domingo, 25 de janeiro de 2015

Capistrana: a cerveja artesanal de Diamantina

Diamantina produz cerveja artesanal 

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Os primeiros relatos sobre cerveja artesanal em Diamantina vem da década de 60, com a chegada de três irmãos franceses que conduziram a Escola Profissional Irmã Luiza – EPIL, pertencente à Sociedade Protetora da Infância, fundada em 1911. Os irmãos costumavam produzir cerveja e vinho artesanais para tomar durante seus jantares.
Em 2014, inspirado nas tradições da cidade, foi criada a cerveja artesanal Capistrana, cujo nome vem das formas retangulares que existiam nas ruas da antiga Diamantina, usadas para facilitar o tráfego de pedestres e animais. Até os dias de hoje ainda é possível perceber vestígios dessas antigas capistranas.
Na produção de nossa cerveja são utilizados ingredientes importados da Alemanha, Inglaterra, Bélgica e Estados Unidos, sem contar a utilzação da ótima água existente na região, perfeita para a fabricação de cervejas especiais. 
A Cerveja Capistrana é totalmente artesanal, com uma produção limitada e bem controlada visando obter uma cerveja com sabor refinado e fiel aos seus estilos. Eventualmente são elaboradas novas receitas, com insumos provenientes da nossa flora regional, buscando novas alternativas ao paladar daqueles que apreciam novas experiências. Para isso são utilizados insumos aromáticos tais como Pequi, Gabiroba,  Mangaba e madeiras.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Unimontes Solidária atende 2,7 mil pessoas no município de Minas Novas


Equipe formada por dois professores e 35 alunos de diversos cursos atuaram junto à população da área urbana e na zona rural.


O Projeto Unimontes Solidária realizou 2.777 atendimentos no município de Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha. O balanço foi apresentado nesta sexta-feira (23) pela Coordenadoria de Apoio ao Estudante (CAE), da Pró-Reitoria de Extensão, setor responsável pelas ações que envolvem acadêmicos de diversos cursos em trabalhos voluntários para a comunidade em geral no período de recesso letivo.
Entre os dias 12 e 19 deste mês, a equipe formada por dois professores-orientadores e 35 alunos de diversos cursos da Unimontes atuaram junto à população da área urbana e na zona rural – onde residem quase 70% dos 32 mil habitantes de Minas Novas (estimativa IBGE/2014). Foram atendidas as comunidades de Cruzinha, Baixa Quente, Ribeiro dos Santos, Forquilha, Palmital, Pau D’Olinho, Saudade, Dom Bosco e Padre Emiliano.
“O trabalho foi direcionado às demandas que a comunidade nos apresentou. Com isto, 50% estiveram focados na área de saúde”, explica o coordenador da CAE, professor Gilson José Fróes.. Dentre as ações realizadas estão campanhas de vacinação contra o HPV e de prevenção ao colo de útero e controle/prevenção do diabetes. Para a terceira idade, a Unimontes realizou uma gincana educativa em integração com crianças na qual foram trabalhados temas como respeito,  trabalho em equipe, convivência e o incentivo às práticas saudáveis.
O Serviço de Assistência Jurídica Itinerante (SAJ Itinerante), desenvolvido pelos acadêmicos do curso de Direito, atuou na orientação aos cidadãos sobre o acesso à Justiça. Outro trabalho desenvolvido no âmbito do “Unimontes Solidária” foi uma pesquisa de opinião pública solicitada pela Prefeitura sobre a satisfação dos moradores de Minas Novas com o serviço de atenção básica de saúde. O relatório final será entregue na próxima semana e contribuirá na elaboração de novas políticas públicas para o setor.
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A cada semestre, o Unimontes Solidária atende duas cidades das regiões Norte, Noroeste e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri que apresentam o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) abaixo da média do restante do Estado. Neste sábado (24), às 7h30, outro grupo formado por 35 acadêmicos embarca para São João do Pacuí, segundo município a ser atendido neste mês. Os trabalhos se estenderão até o dia 31. Neste primeiro fim de semana de atividades, a população participará de apresentações culturais,  jogos e gincanas esportivas e show com artistas locais. Na segunda-feira, a intervenção será no distrito de Santa da Pedra.

Aluno do ensino fundamental de escola da rede estadual tem nota máxima na redação do Enem

Cezar estava no 8º ano do ensino fundamental da Escola Estadual de São Sebastião do Maranhão, no Vale do Rio Doce, e em 2014 fez a prova como treineiro.


Arquivo/SRE Guanhães
A professora de Cezar conta que os projetos de incentivo à leitura são constantes na escola
A professora de Cezar conta que os projetos de incentivo à leitura são constantes na escola
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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve 6.193.565 de candidatos fazendo as provas nos dias 8 e 9 de novembro de 2014. Mas só 250 deles conseguiram a nota máxima na redação. Entre eles, uma surpresa: Cezar Vitor Vieira Pinheiro, de 14 anos, que no ano passado, quando fez a prova, ainda cursava o 8º ano do ensino fundamental na Escola Estadual de São Sebastião do Maranhão, no município de mesmo nome, no Vale do Rio Doce.
Além da idade, Cezar tinha mais um desafio para superar e conseguir sua nota máxima. Depois de uma febre alta quando tinha três anos, o adolescente teve perda auditiva de 50% em cada ouvido. Mas isso não atrapalha nos estudos, como reflete o resultado: as notas de Cezar em todas as áreas de conhecimento foram mais altas que a média nacional.
Na área de Ciências Humanas e suas tecnologias, ele ficou com 581,7, enquanto a média nacional foi de 533,18. Em Ciências da natureza e suas tecnologias foi 525,1, maior que a média 486,28. Já em Linguagens, códigos e suas tecnologias ele teve 558,1, contra os 502,52 da média do País. Em Matemática e suas tecnologias ele fez 610,9 e a média nacional foi 544, 43.
Para o estudante, não é cedo demais para começar a se preparar. “Fiz como treineiro. Queria testar meus conhecimentos e como uma forma de começar a me preparar para quando estiver no 3º ano do ensino médio”, conta Cezar. Como ainda não está no ensino médio, o que mais complicou a prova para o estudante foram as disciplinas dessa etapa de ensino. “As dificuldades foram nas questões de Química e Física, porque são matérias que eu ainda não vi”.
Cezar não fez nenhuma preparação especificamente para essa prova, mas os estudos fazem parte do seu dia a dia. E com uma mãe que é professora não poderia ser diferente. “Desde criança sempre teve horário de estudo, uma média de duas horas por dia. Às vezes mais, quando tem alguma prova. O papel da família na escola é importante demais. A gente tem que ter uma parceria, a família fazendo sua parte, não tem como não dar certo”, conta Vicentina Vieira Pinheiro, que dá aula de Matemática na mesma escola onde Cezar estuda.
Esse resultado é mais uma motivação para o estudante se dedicar aos estudos. “Vou querer melhorar meu resultado a cada ano”, diz.
Muita leitura por uma nota mil
O prazer de Cezar pela leitura também é um fator que deve ser contabilizado como responsável pela nota mil. “O segredo de uma boa redação é ler muito”, afirma, categórico, o estudante.
A professora de Língua Portuguesa Eloisa Godinho, que ensinou a disciplina na turma de Cezar no ano passado, conta que o incentivo à leitura é constante na escola. São visitas semanais à biblioteca, relatos, fichas literárias, exposição, tanto em sala de aula quanto na biblioteca. “Despertar o gosto pela leitura não é uma tarefa fácil. O ambiente familiar e apoio da família fazem a diferença. A escola é uma grande incentivadora, mas a família tem um papel fundamental, no momento em que presenteia com um livro e que tem horário de estudo”.
A educadora destaca, ainda, que não é só o livro na mão que demonstra se seus alunos estão lendo. “Na escola temos outros alunos leitores. Os alunos lêem o tempo todo, mesmo que seja no celular, e estão em contato com o mundo da leitura”, conta.

GESTÃO TUCANA ESCONDEU CRISE NO ABASTECIMENTO DE ÁGUA, EM MINAS

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Umas das cachaças mais caras do mundo é produzida em Salinas, diz a TV Record


Reportagem do Domingo Espetacular visita a cidade mineira de Salinas para conhecer o processo de produção da Havana
A equipe de reportagem da Record viajou até o interior de Minas Gerais para conhecer o segredo da cachaça Havana. A bebida é fabricada no município de Salinas, Norte de Minas, e o preço da garrafa pode chegar a R$ 2 mil. 
A produção é pequena - são dez mil garrafas por ano - e até hoje filhos e netos do criador mantém a receita original.
Clique aqui para assistir à reportagem na íntegra.

Xerife de São Paulo assume combate à corrupção, em Minas.

Transporte alternativo de passageiros oferece passagens mais baratas

Garagem da CVA Turismo mudou de endereço após a interdição da empresa em 2012 (Foto: Ricardo Bastos/HD)

Estopim da confusão entre guardas municipais e policiais militares, o transporte clandestino de passageiros continua sendo ofertado livremente em Belo Horizonte. Passagens para o interior de Minas são vendidas em frente à rodoviária, aos berros, sem o menor constrangimento. Os preços mais baratos em relação ao serviço legalizado atraem muita gente.

Existem também escritórios de empresas de ônibus de turismo, mas que oferecem viagens regulares não regularizadas no DER, principalmente para as regiões Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha. O problema foi amplamente mostrado pela mídia, quando o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG) prometeu intensificar as fiscalizações. 

Porém, a oferta ainda é vasta. No edifício JK, na rua dos Guajajaras, no Barro Preto, a CVA Turismo oferece o serviço alternativo. A empresa foi denunciada em 2012 pela reportagem do Jornal Hoje em Dia e acabou fechada em dezembro do mesmo ano pelo DER-MG. Hoje, comercializa viagens, classificadas pelos próprios funcionários, como "transporte alternativo", no escritório do Terminal JK. Não há placa e nem emissão de bilhetes. É feita a reserva da poltrona e o pagamento na hora do embarque. 

De acordo com a reportagem do Hoje em Dia, no local foi encontrado oferta de passagens para Almenara, no Vale do Jequitinhonha a R$ 120, enquanto que a viagem partindo da rodoviária sai a R$ 170. Questionado sobre a possibilidade de a viagem ser interrompida pela fiscalização, um funcionário da CVA disse que o custo-benefício vale o risco. "Perigo sempre tem, mas pega a multa e vai embora". 

No térreo do mesmo prédio no JK, há várias outras agências de turismo que ofertam passagens para o interior de Minas.

Mudança

A garagem da empresa, que antes da interdição funcionava na avenida Antônio Carlos, 719, no bairro Lagoinha, região Noroeste de BH, agora está localizada na rua Flor de Trigo, 45, no Jardim Filadélfia (Noroeste). Anexa à garagem, há uma casa que funciona como sede administrativa. Há várias câmeras de monitoramento. Na garagem, há também veículos da empresa Alvorada Turismo.

Escritório da CVA Turismo no Terminal JK não tem placa de identificação (Foto: Ricardo Bastos/HD)

Fonte: Hoje em Dia

Projeto de Lei propõe regularizar transporte alternativo

Tramita na ALMG o Projeto de Lei 5.461/2014, de autoria do deputado Paulo Guedes (PT), que dispõe sobre a organização, o planejamento e a fiscalização do Sistema de Transporte Rodoviário Intermunicipal de Passageiros do Estado. Além de melhorar o serviço aos usuários, a proposta pretende regulamentar o transporte alternativo, colocando fim à perseguição aos taxistas nas estradas mineiras.
  
O projeto de lei estabelece cinco subsistemas de transporte – metropolitano, estrutural, regional, rural e complementar. Todo o sistema será coordenado e fiscalizado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG) e os serviços serão prestados por pessoas físicas ou jurídicas, mediante licitação.
  
O subsistema complementar, constituído de linhas de pequeno e médio percursos, terá por finalidade suprir necessidades específicas levando em conta a realidade econômica e cultural de cada município. Na concorrência, o operador poderá disputar com apenas um veículo de, no mínimo, cinco lugares. Ele precisará também comprovar que já mora na localidade da linha há pelo menos cinco anos.

O deputado Paulo Guedes afirma que a regulamentação do serviço  intermunicipal por meio de licitação pública vai beneficiar milhares de trabalhadores que hoje são perseguidos pelo DER com multas abusivas e até apreensão de veículos. “Teremos um sistema que definirá as obrigações e os direitos das empresas de ônibus e do serviço complementar de transporte”, afirma o parlamentar.

Pedra Azul reúne comunicadores do Vale do Jequitinhonha

Publicado em: 19pedra azul




Depois de passar pelos municípios de Itaobim, Capelinha e Jequitinhonha, o próximo Encontro
de Comunicadores do Vale Jequitinhonha chega à cidade de Pedra Azul.
Organizado pelo Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha, o evento vai
acontecer entre os dias 23 e 25 de janeiro e busca reunir comunicadores de diversos municípios
da região.
“Vamos unir os comunicadores do Vale do Jequitinhonha, não só os jornalistas, mas também os jovens
multiplicadores de informação e mobilizadores da região, em torno das temáticas da comunicação”,
explica Laura Pimenta, co-coordenadora do Suporte de Comunicação do Programa Polo de
Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha.

Com o tema ‘Estamos conectad@s?, o evento, que chega a sua quarta edição, busca fortalecer
a rede de comunicadores no vale. “Queremos discutir e propor alternativas para mobilizar a rede
que existe entre as cidades”, afirma Laura, acrescentando que os encontros anteriores balisaram
as principais questões que envolvem a comunicação na região. “A comunicação na web tem sido
um expoente desses encontros e uma questão que temos trabalhado também nas oficinas
realizadas em diversos projetos.
Além da capacitação nesta área, estamos focando também na mobilização”, conclui.

O encontro - que vai envolver jovens, adultos, jornalistas, radialistas e participantes de movimentos
sociais - contará com mesas-redondas, conferências, sarau e oficinas de cobertura jornalística,
mídia tática, publicação independente, fotografia, webjornalismo e produção cultural, entre outras.

“Teremos atividades mais técnicas e outras que aguçarão a criatividade dos participantes, como
oficinas de tirinhas, lúdicas e grafite, que também é uma forma de comunicação”, explica Laura.

As mesas e conferências vão acontecer no Ginásio Carão Velho e as oficinas na Secretaria Municipal
de Cultura de Pedra Azul e no Centro de Defesa dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes do Vale
do Jequitinhonha (Cededica Vale).

As inscrições vão até o dia de abertura do evento, 23 de janeiro, e os interessados devem
preencher o formulário – disponível aqui.Quem estiver na cidade, pode se inscrever na
Secretaria de Cultura e no Cededica Vale. Mais informações no site do Programa Polo.

Redação: William Campos Viegas, Proex/UFMG.

Sol muito quente leva mineiro a fritar ovo no asfalto.

Brincadeiras à parte, o calor no estado é resultado da atuação de uma massa de ar quente e seca que está inibindo a formação de nuvens. Altas temperaturas vão continuar, conforme previsão da meteorologia.

O calor em Minas Gerais virou piada nas redes sociais. Além dos memes com fotos engraçadas sobre as temperaturas altas, a novidade agora é o vídeo de um valadarense que fritou um ovo no sol. A temperatura em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, chegou a 35 graus na tarde de segunda-feira, momento em que o vídeo foi gravado, mas não foi o recorde do estado. Em Campina Verde, na Região do Triângulo, os termômetros marcaram 37.8 graus, o calor mais intenso em Minas ontem.
O operador de caixa Marcos de Paula é o dono do vídeo que já teve mais de 1,2 mil compartilhamentos. Ele conta que a ideia surgiu da velha expressão: “o sol está tão forte que dá até para fritar um ovo”. Ele fez o comentário com uma amiga que sugeriu a experiência culinária. Segundo ele, o ovo fritando arrancou risadas de vizinhos e comentários bem humorados no Facebook.
Por volta das 14h, Marcos deixou a frigideira exposta ao sol por cerca de uma hora. Logo depois, a colocou sobre a tampa de um bueiro e jogou o ovo. Para surpresa dos amigos, a experiência deu certo. “A gente filmou como brincadeira. Eu não pensei que o vídeo teria tantas visualizações”, conta.
Marcos mora há quatro anos em São Paulo e volta a Valadares para as férias. Ele está estranhando muito o calor deste mês de janeiro. “Eu não estou mais acostumado com este calor por causa da temperatura de São Paulo. Tenho piscina aqui em casa, fico sem camisa e tomo muita água o dia todo. Valadares sempre foi muito quente, mas ultimamente está demais. Este ano não choveu”, conta.
Brincadeiras à parte, o calor em Minas é resultado da atuação de uma massa de ar quente e seca que está inibindo a formação de nuvens e, consequentemente, a ocorrência de chuva. De acordo com o meteorologista Heriberto dos Anjos, não há previsão de chuva para a região de Valadares nos próximos dias e os termômetros ficarão perto dos 36 graus. Já nas regiões Sul, Oeste, Triângulo, Zona da Mata e parte da Metropolitana, haverá o aumento de nuvens nos próximos dias, com previsão de chuvas isoladas. Na capital, podem ocorrer pancadas de chuvas no fim da tarde.
Veja o vídeo publicado no Facebook:

(Fonte: Estado de Minas)
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Dono de bar é condenado a 9 anos de prisão por abuso sexual de criança em Datas

O crime ocorreu no dia 23 de setembro de 2013. Homem já havia sido condenado em primeira instância, mas recorreu por considerar o depoimento da criança sem credibilidade.

A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) condenou o proprietário de um bar em Datas, no Vale do Jequitinhonha, a 9 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pela prática de atos libidinosos com uma menor de idade.
Consta na denúncia que, no dia 23 de setembro de 2013, por volta das 21h50, no município de Datas, uma menina de sete anos de idade foi até o bar de propriedade de José da Silva para comprar um refrigerante. Após a criança entrar no estabelecimento, o proprietário fechou as portas, agarrou-a e acariciou o órgão genital dela com as mãos.
Condenado em Primeira Instância, o acusado recorreu ao TJMG argumentando que não havia provas suficientes do crime e pedindo a redução da pena para seu patamar mínimo.
A defesa do réu alegou que o depoimento da criança não tinha confiabilidade. No entanto, o relator do recurso, desembargador Júlio Cezar Guttierrez, confirmou a condenação.
“Não há como retirar a confiabilidade do depoimento da ofendida em razão de sua tenra idade, como quer a defesa”, afirmou o relator. “Não é crível que uma criança invente uma história como essa, cercada de detalhes, e seja capaz de sustentá-la de forma coerente por diversas vezes”, continua.
O desembargador observou ainda que a palavra da vítima não foi a única prova dos autos, pois o depoimento do pai da menina revela que, preocupado com a demora da filha no bar somente para comprar um refrigerante, ele foi até lá e, ao chegar, deparando-se com a porta fechada, espiou por uma fresta e testemunhou a prática do crime.
“Vê-se que a pena foi sopesada com moderação e em consonância com os ditames legais, tanto no que diz respeito à fixação da pena-base no patamar mínimo legal, quanto no que diz respeito ao seu aumento, na segunda fase, pela agravante reconhecida”, fundamentou o magistrado.
Os desembargadores Doorgal Andrada e Corrêa Camargo votaram de acordo com o relator. 
Fone: TJMG

Ex-participante do The Voice, Dani Morais, de Pedra Azul, lança primeiro clipe da carreira

Composta por Alexandre Peixe, a música fala, de forma irreverente, sobre o fogo que a paixão provoca

Foto: divulgaçãoEx-participante do The Voice, Dani Morais, de Pedra Azul, lança primeiro clipe da carreira
Dani Morais com sua gata de estimação
A cantora Dani Morais, natural de Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha e participante do primeiro The Voice Brasil, lança nesta terça-feira (20) o primeiro clipe da sua carreira.
 
A música "Ai Ai Amor", nova canção de trabalho da mineira, foi colocada em vídeo e teve uma participação muito especial.
 
 
 
A artista atua como protagonista na gravação, mas não está sozinha na empreitada. Dani tem a companhia da gatinha de estimação Tosinha, econtrada em Manhuaçu, durante a passagem de som, antes de um show na cidade.
  
Logo de cara, Dani se apaixonou pela gata, que estava ainda bem pequena, e a levou para casa, cuidando do animal.
  
A ideia da participação do animal é trazer um pouco da rotina da cantora para a gravação do clipe. Aproximando, assim, ainda mais a artista daqueles que acompanham o seu trabalho.
  
" O cachê dessa atriz foi super caro.  A Tosinha é um dos meus amores. A gente quis trazer pro clipe diversão e verdade. Tudo que entrou na gravação faz parte do meu dia-a-dia. Tenho dois gatinhos de estimação. Além da Tosinha, tenho também a companhia do Dudu, mas ele ficou mais tímido e não participou do clipe", comentou Dani.
  
Composta por Alexandre Peixe, a música fala, de forma irreverente, sobre o fogo que a paixão provoca. "Poder gravar uma música do Peixe, um dos maiores compositores do país, é acima de tudo uma honra. Serei eternamente grata por essa parceria. "Ai ai amor" tem a produção musical do Bruno Perdigão, que além de um profissional competentíssimo, é também um grande amigo que está junto com a gente. A música tem um arranjo muito pra cima, a galera vai se identificar. Quero que todos se divirtam com ela e com o clipe", definiu.
 
 O clipe foi gravado e produzido pelo Estúdio Jota, tendo como locação uma casa na cidade de Belo Horizonte, no final de 2014.

Fonte: Hoje em Dia