quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Manifestantes interditam trecho da BR-367 e exigem asfalto O asfalto, que começou a ser implantado em 1980, até hoje não foi concluído. Foto: Ezequias fotógrafo Manifestantes interditam trecho da BR-367 e exigem asfalto O protesto reuniu cerca de 300 pessoas que interditaram um trecho da rodovia. Vereadores de Jacinto, Salto Divisa e Santa Maria do Salto, no Baixo Jequitinhonha, realizaram um protesto pacífico na manhã desta quarta-feira, 20 de agosto, na altura do entroncamento de Santa Maria do Salto, para chamar atenção dos governantes do estado e da União para falta de conclusão da pavimentação da BR-367. Iniciada na década de 50, durante o governo de Juscelino Kubitschek, com objetivo de ligar Minas Gerais ao litoral baiano, alguns trechos da rodovia se encontram em situação caótica. O asfalto, que começou a ser implantado em 1980, até hoje não foi concluído. Cerca de 120 km da estrada ainda permanecem sem asfalto. Pelo menos 300 pessoas , segundo os organizadores, participaram do protesto. Elas exibiam faixas e cartazes clamando pela realização de um sonho antigo do Vale do Jequitinhonha e que foi prometido pelo ex-presidente Lula, e pela atual presidente Dilma Roussef. A Polícia Militar foi comunicada previamente e permaneceu no local. Os manifestantes receberam apoio dos motoristas que transitavam pela rodovia. O protesto foi encerrado por volta das 11 horas. Mais protestos Os presidentes das câmaras de Santa Maria, Getúlio Ferreira Dutra (PSD), e de Jacinto, Nadson Lucio Carvalho (DEM), fecharam compromissos com o presidente da câmara de Salto da Divisa, Leomar Gonçalves dos Santos (PR) e demais vereadores, para realização de mais protestos ao longo da BR-367 na altura entre Salto da Divisa e Almenara. Segundo eles “só com muita garra e união os responsáveis por essa estrada ouvirão o grito de um povo que clama por socorro. O trecho entre Almenara e Salto da Divisa, passando pela cidade de Jacinto ainda é de terra.. Sendo que, até Jacinto, os 51 km de estrada também se alternam, entre asfalto e terra, seguidos de mais 48 km de terra até Salto da Divisa, última cidade de Minas Gerais, cortada pela BR-367.

O asfalto, que começou a ser implantado em 1980, até hoje não foi concluído.

Foto: Ezequias fotógrafo Manifestantes interditam trecho da BR-367 e exigem asfalto
O protesto reuniu cerca de 300 pessoas que interditaram um trecho da rodovia.
Vereadores de Jacinto, Salto Divisa e Santa Maria do Salto, no Baixo Jequitinhonha, realizaram um protesto pacífico na manhã desta quarta-feira, 20 de agosto, na altura do entroncamento de Santa Maria do Salto, para chamar atenção dos governantes do estado e da União para  falta de conclusão da pavimentação da BR-367.

Iniciada na década de 50, durante o governo de Juscelino Kubitschek, com objetivo de ligar Minas Gerais ao litoral baiano,  alguns trechos da rodovia se encontram em situação caótica.

O asfalto, que começou a ser implantado em 1980, até hoje não foi concluído.
 
Cerca de  120 km da estrada ainda permanecem sem asfalto.

Pelo menos 300 pessoas , segundo os organizadores, participaram do protesto. Elas  exibiam faixas e cartazes clamando pela realização de um sonho antigo do Vale do Jequitinhonha e que foi prometido pelo ex-presidente Lula, e pela atual presidente Dilma Roussef.

A Polícia Militar foi comunicada previamente e permaneceu no local.

Os manifestantes receberam  apoio dos motoristas que transitavam pela rodovia.

O protesto foi encerrado por volta das 11 horas.



Mais protestos

Os presidentes das câmaras de Santa Maria, Getúlio Ferreira Dutra (PSD), e de Jacinto, Nadson Lucio Carvalho (DEM), fecharam  compromissos com o presidente da câmara de Salto da Divisa, Leomar Gonçalves dos Santos (PR) e  demais vereadores, para realização de mais protestos ao longo da BR-367 na altura entre Salto da Divisa e Almenara. Segundo eles “só com muita garra e união os responsáveis por essa estrada ouvirão o grito de um povo que clama por socorro.


O trecho entre Almenara e Salto da Divisa, passando pela cidade de Jacinto ainda é de terra.. Sendo que, até Jacinto, os 51 km de estrada também se alternam, entre asfalto e terra, seguidos de mais 48 km de terra até Salto da Divisa, última cidade de Minas Gerais, cortada pela BR-367.

Fonte: Aconteceu no Vale

Governo Aécio Neves gastou verba, prestou contas, mas não realizou obra.


Início do asfalto


O Governo Newton Cardoso, até 1989, construiu asfalto de Araçuaí-Itinga-Itaobim-Jequitinhonha-Almenara, no Médio e Baixo Jequitinhonha, no nordeste de Minas, com um extensão de 165 km. 
E fez outro trecho: Diamantina-Couto Magalhães de Minas-Turmalina-Minas Novas, no Alto Jequitinhonha, com uma extensão de 220 km. 
De Araçuaí a Virgem da Lapa, em 1991, 38 km, foi feito pelo governo Hélio Garcia. 
Em maio de 2013, o DNIT publicou uma Ordem de Serviços para a  empresa CONSOL elaborar o projeto técnico de engenharia dos trechos que ainda não foram asfaltados. O prazo é de um ano e 2 meses para entrega do projeto da obra. Depois, novo edital deve ser publicado para a concretização do asfalto.

A Consol entregou o projeto de engenharia em 10.05.14 do trecho de Minas Novas-Virgem da Lapa, no Médio Jequitinhonha, e em 15 de junho, o de Almenara-Salto da Divisa, no Baixo Jequitinhonha, nordeste de Minas.

Leia mais aqui:
BR 367 : Trecho entre Chapada do Norte e Minas Novas, em época de chuvas. É a lama, é a lama, é só lama. Foto de 2011.


Alguns órgãos de imprensa do jornal Estado de Minas, fazem um estardalhaço sobre o abandono da BR 367 pelo governo federal. Mas fazem questão de não lembrar que o Governo de Minas fez parceria, formalizado  entre o DER - Departamento de Estradas e Rodagens de Minas Geais e o DNIT - Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte Terrestre, do Ministério dos Transportes. 

Durante 20 anos, de 89 a 2008, a BR 367 foi entregue ao DER.

O convênio 479.166 entre o DER-MG e o DNIT garantiu a liberação de R$ 59.546.520,08.    
A duração do convênio foi de 05.07.2002 a 31.12.2008.

Consta no Portal da Transferência da Presidência da República que o convênio foi concluído. 


Isso quer dizer que a obra foi executada e o dinheiro gasto no objeto do convênio.


Mas, não há asfalto. O povo diz que no mapa tem, mas no chão de poeira e pedra, não. 

Mais de R$ 59 milhões liberados para o DER MG.
Onde este dinheiro foi aplicado?

De 2002 a 2005, o governo federal repassou recursos para o Governo de Minas, durante a gestão de Aécio Neves, concluir o trecho de asfalto entre Minas Novas-Chapada do Norte-Berilo-Virgem da Lapa, e o de Almenara-Jacinto-Salto da Divisa. 
Apenas 8 km foram realizados, entre Chapada do Norte e Minas Novas, deixando uma ponte sobre o Rio Fanado, em Minas Novas, sem o encabeçamento. 
Ponte na BR 367 sobre o rio Fanado, em Minas Novas, no Alto Jequitinhonha. Parada desde 2005, não foi realizado o encabeçamento. Portanto, sem utilização há 8 anos. Foto de 2011.

E nenhuma explicação foi dada nem pelo DER, nem pelo DNIT. Milhões foram para o ralo. A falida empreiteira Minas Sul, dona do contrato, terceirizou a obra com a ENGESA. As duas empreiteiras faturaram muito nesta obra não realizada.


Confira aqui detalhes do convênio: 

portaltransparencia.gov.br/convenios/DNIT/DER.MG/BR 367

CONVÊNIOS POR ÓRGÃO CONCEDENTE

UF:
MG
Município:
BELO HORIZONTE
Detalhes do Convênio
Número do Convênio SIAFI:
479.166 

Situação:
Concluído

Nº Original:
TT-005/2002

Objeto do Convênio:
OBRAS DE COMPLEMENTACAO AS IMPLANTACAO E PAVIMENTACAO DOS TRECHOS MI-NAS NOVAS- CHAPADA DO NORTE - BERILO - VIRGEM DA LAPA, KM 369,2 AO KM301,4 DO PNV, COM 69,0 KM DE EXTENSAO E ALMENARA - (ESTACA 500) -JACINTO - SALTO DA DIVISA KM 102,6 AO KM 0,00 DO PNV, COM 88,60 KM DE EXTENSAO E CONSTRUCOES DE OBRAS DE ARTES ESPECIAIS NO TRECHO ALMENARA - SALTO DA DIVISA, NA RODOVIA BR 367/MG.

Orgão Superior:
MINISTERIO DOS TRANSPORTES

Concedente:
DEPART. NAC. DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTE

Convenente:
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM DO EST DE M GERAIS

Valor Convênio:
59.546.520,08

Valor Liberado:
59.546.520,08

Publicação:
05/07/2002

Início da Vigência:
05/07/2002

Fim da Vigência:
31/12/2008

Valor Contrapartida:
6.597.220,00

Data Última Liberação:
11/07/2005

Valor Última Liberação:
1.000.000,00




                            

Em maio de 2010, o governo federal assinou um convênio com o DER-MG para que o órgão estadual publicasse um Edital para a elaboração de um novo projeto técnico de engenharia, em um valor de R$ 7,4 milhões. Para explorar politicamente a não realização do asfalto pelo governo federal, o DER MG enrolou um ano e não publicou nada. Em abril de 2011, o DNIT anulou o convênio até então existente entre os dois governos, e voltou a ficar responsável pela BR 367. Mesmo assim, o DNIT enrolou dois anos para contratar empresa para  elaborar o projeto citado acima.

Enfim, a questão não é de burocracia. É política mesmo. O governo do Estado não se interessa em  asfaltar para exploração eleitoral, mesmo recebendo recursos para este fim, afirmando que só ele faz, e conta com a conivência da imprensa mineira.
O Governo federal não coloca a obra de asfalto da BR 367 como prioridade. A Bancada de Parlamentares mineiros da mesma forma. 
Em 2010, Lula e Dilma prometeram asfaltar a rodovia. E até agora, pouco adiantou o projeto da obra. 
O Governo de Minas também colocou na sua programação no Caminhos de Minas, mas nada faz para que a obra aconteça. Muito pelo contrário.
Ponte de madeira na BR 367 sobre o rio Rubim, entre Almenara e Jacinto, a 10 km desta cidade, no Baixo Jequitinhonha. Foto de 2008. 
Depois de 14 anos paralisada, somente com a pressão do então deputado federal Carlos Mota (PSB-MG), natural de Minas Novas, a obra reiniciou , em 2003. Mas, paralisou de novo, com a não reeleição de Mota. 

Então, falta pressão política para a obra sair do papel. Os deputados aqui votados e eleitos não dão bola para a obra. Eles preferem as suas regiões de origem. E dão banana pro povo do Vale. Os prefeitos e vereadores cruzam os braços. A população também, embora vez ou outra alguns grupos se movimentem.                
O povo do Vale já fez vários movimentos pressionando os governos para asfaltar a BR 367. Este adesivo aí de cima é da ACAVAJE - Associação das Câmaras Municipais do Vale do Jequitinhonha, em 2002.

Manifestantes interditam trecho da BR-367 e exigem asfalto

O asfalto, que começou a ser implantado em 1980, até hoje não foi concluído.

Foto: Ezequias fotógrafo Manifestantes interditam trecho da BR-367 e exigem asfalto
O protesto reuniu cerca de 300 pessoas que interditaram um trecho da rodovia.
Vereadores de Jacinto, Salto Divisa e Santa Maria do Salto, no Baixo Jequitinhonha, realizaram um protesto pacífico na manhã desta quarta-feira, 20 de agosto, na altura do entroncamento de Santa Maria do Salto, para chamar atenção dos governantes do estado e da União para  falta de conclusão da pavimentação da BR-367.

Iniciada na década de 50, durante o governo de Juscelino Kubitschek, com objetivo de ligar Minas Gerais ao litoral baiano,  alguns trechos da rodovia se encontram em situação caótica.

O asfalto, que começou a ser implantado em 1980, até hoje não foi concluído.
 
Cerca de  120 km da estrada ainda permanecem sem asfalto.

Pelo menos 300 pessoas , segundo os organizadores, participaram do protesto. Elas  exibiam faixas e cartazes clamando pela realização de um sonho antigo do Vale do Jequitinhonha e que foi prometido pelo ex-presidente Lula, e pela atual presidente Dilma Roussef.


A Polícia Militar foi comunicada previamente e permaneceu no local.


Os manifestantes receberam  apoio dos motoristas que transitavam pela rodovia.

O protesto foi encerrado por volta das 11 horas.



Mais protestos

Os presidentes das câmaras de Santa Maria, Getúlio Ferreira Dutra (PSD), e de Jacinto, Nadson Lucio Carvalho (DEM), fecharam  compromissos com o presidente da câmara de Salto da Divisa, Leomar Gonçalves dos Santos (PR) e  demais vereadores, para realização de mais protestos ao longo da BR-367 na altura entre Salto da Divisa e Almenara. Segundo eles “só com muita garra e união os responsáveis por essa estrada ouvirão o grito de um povo que clama por socorro.


O trecho entre Almenara e Salto da Divisa, passando pela cidade de Jacinto ainda é de terra.. Sendo que, até Jacinto, os 51 km de estrada também se alternam, entre asfalto e terra, seguidos de mais 48 km de terra até Salto da Divisa, última cidade de Minas Gerais, cortada pela BR-367.


E, vários trechos da BR-367 existem pontes de madeiraEm vários trechos da BR-367 existem pontes de madeira

 Nos dois trechos existem mais de 10 pontes de madeira.  Porém, todas bem sinalizadas, diferentemente das encontradas nos outros locais, entre Virgem da Lapa, Berilo, Chapada do Norte e Minas Novas, onde desde o início do ano,o Exército faz a manutenção, após um convênio de R$ 23 milhões.
 
Depois de Salto da Divisa, a BR-367 continua em território Baiano. A rodovia, que passa por mais quatro municípios, está asfaltada e em boas condições.


O que diz o DNIT

De acordo com o superintendente do DNIT em Minas Gerais, José Maria da Cunha, a licitação para a conclusão das obras já foi concluída, e que a empresa deve finalizar os projetos para início da pavimentação da BR-367.

Ainda segundo ele, o projeto implica em colocar a rodovia nos padrões do órgão, uma vez que ainda existe um longo trecho sem asfalto de revestimento primário. “Além da pavimentação da estrada de terra vamos substituir também as pontes de madeiras por concreto”, afirma.

Segundo o engenheiro José Carlos Maia Ribeiro do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, um projeto para a pavimentação da BR-367 será entregue em outubro deste ano para o Ministério do Transportes em Brasília. Depois de um ano e meio terá uma licitação para a escolha da empresa que executará o trabalho, e, após a apresentação dessa empresa as obras terão início. Ainda segundo o Dnit, por enquanto, uma empresa terceirizada do Dnit faz periodicamente o patrolamento no trecho onde houve a manifestação.

Leia mais: http://aranas.com.br/site/2014/08/21/protesto-cobra-melhorias-em-trecho-da-br-367-no-vale-do-jequitinhonha/ | Portal Aranãs
O engenheiro José Carlos Maia Ribeiro do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, garante que o projeto para a pavimentação da BR-367 será entregue em outubro deste ano para o Ministério do Transportes em Brasília.

Depois de um ano e meio terá uma licitação para a escolha da empresa que executará o trabalho, e, após a apresentação dessa empresa as obras terão início.

Ainda segundo o DNIT, por enquanto, uma empresa terceirizada  pelo orgão,  faz periodicamente o patrolamento no trecho onde houve a manifestação.

Fonte: Aconteceu no Vale com alterações.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Entrevista no Jornal Nacional: Dilma já enfrentou torturadores piores

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

DILMA DEIXA WILLIAM BONNER NERVOSO, EM ENTREVISTA AO JORNAL NACIONAL.

Dilma não se intimida com agressividade de apresentadores do Jornal nacional.

QUEM JÁ ENFRENTOU TORTURADORES DA DITADURA MILITAR ESTÁ PREPARADA PARA TUDO.

O Willian Bonner achou que a Dilma era o Aécio ou o Eduardo e ia empurrar a Dilma contra a parede no debate de 15′ no Jornal Nacional, desta segunda-feira, 18.08.14.

Deu-se mal.

Numa televisão séria, Bonner teria voltado para o Rio sem emprego.

Dilma não se deixou emparedar e assumiu o controle de todas as respostas.

Empurrou a questão da corrupção pela goela abaixo dos tucanos – que sobrevivem no Jornal Nacional.

Lula e ela estruturaram o combate à corrupção. Deram autonomia à Polícia Federal e ao Ministério Público.

No Governo dela e de Lula não tinha um Engavetador Geral da República.

A Controladoria Geral da União se tornou um orgão forte no combate ao malfeito.

Ela aprovou a Lei de Acesso à Informação (podia ter dito que o partido do Jornal Nacional, o PSDB, tomou como primeira providência ao chegar ao poder, com FHC, extinguir uma Comissão de Combate à Corrupção).

(Aliás, Bonner disse, na abertura, numa gaguejada, que o PSB era o PSDB … Lapso freudiano …)

Dilma ressaltou que nem todas as denúncias (do Jornal Nacional) resultaram em crimes comprovados.

Bonner tentou jogar a mais óbvia casca de banana: obrigar a Dilma contestar o julgamento do  Supremo Tribunal Federal sobre o mensalão.

Ela tirou de letra: Presidente da República nao discute decisão de outro Poder.

Bonner insistiu.

Deu-se mal.

A Poeta, finalmente, justificou a passagem, e invocou o Datafalha para dizer que o problema do brasileiro é a Saúde.

Dilma enfiou-lhe pela garganta o sucesso retumbante do Mais Médicos, que atende 50 milhões de brasileiros.

Bonner revelou sua aflição, mal se continha na cadeira, bradava “a Economia !”, “a Economia !”, como se fosse sua bala de prata.

Dilma continuou, no comando dos trabalhos, a falar do problema da Saúde.

Quando bem quis, concedeu ao Bonner o direito de falar sobre a Economia !

E ele veio com  xaropada da Urubóloga Míriam Leitão.

(Interessante que o Bonner pensa que ninguém percebe que a pergunta dele, na verdade, é uma longa exposição daquilo que ele quer que o espectador pense que seja a verdade dos fatos. Ele quis falar mais que a Dilma. Ele se acha…)

Inflação explodiu !, disse o entrevistador/candidato.

Sobre a inflação, Dilma mostrou que ele não sabe nada.

A inflação é negativa.

Todos os índices estão em ZERO !

Sobre o crescimento, falou uma linguagem que o Bonner ignora: “indicadores antecedentes”.

Os dados de hoje sobre o consumo de papelão e energia indicam elevação do PIB no segundo semestre.

Dilma estourou os 15 minutos.

Continuava a falar, enquanto o Gilberto Freire com “I” (*) devia berrar no ponto do Bonner “corta ela !”.

E ela na dela.

Terminou por dizer que nao foi eleita para fazer arrocho salarial. Ou para provocar desemprego.

“Corta !”, devia berrar o “ï” no ouvido do Bonner. “Corta ! Não deixa ela falar !”.

E ela, na dela: “vamos continuar a fazer um país de classe média, como o Presidente Lula começou a fazer.”

“Corta, Bonner !”, no ponto.

“Eu acredito no Brasil”, disse ela, como se conversasse com o neto, numa tarde de domingo.

Só faltou dizer: “Bonner, eu não sou o Aécio, o Eduardo e muito menos a Marina”.

“Pode vir quente !, meu filho. Esse teu dedo indicador só assusta a Fátima !”

Paulo Henrique Amorim, no site www.conversaafiada.com.br.


Assista aqui e confira:
.


Cientista político diz que tucanos podem sofrer derrota eleitoral histórica

Rudá Ricci analisa pesquisa e sentencia falência do modo tucano de governar.  


Agora já é claro: Dilma deve disputar o segundo turno com Marina. 
Dilma e Aécio permanecem estacionados, como estátuas, aguardando a chegada de Marina.

Será, de cara, a maior derrota do PSDB desde sua fundação. Acachapante derrota em Minas Gerais, principalmente se Pimentel vencer nesta terra protegida e silenciada pelas montanhas.

É, também, uma profunda derrota da imprensa mineira que se revelou para todo país em sua tentativa desesperada de provar o inexistente.

A se confirmar o que se anuncia nesta pesquisa Datafolha, espero que se forme uma nova geração de jornalistas e editores, mais comprometidos com o leitor e mais humildes em relação ao mundo. 
Não é jornalista que cria a realidade ou que faz o mundo girar, assim como não é padeiro que cria o trigo. 
O país vive um thriller político desde junho do ano passado.Foto: Agora já é claro: Dilma deve disputar o segundo turno com Marina. 
Dilma e Aécio permanecem estacionados, como estátuas, aguardando a chegada de Marina.

Será, de cara, a maior derrota do PSDB desde sua fundação. Acachapante derrota em Minas Gerais, principalmente se Pimentel vencer nesta terra protegida e silenciada pelas montanhas. 

É, também, uma profunda derrota da imprensa mineira que se revelou para todo país em sua tentativa desesperada de provar o inexistente. 

A se confirmar o que se anuncia nesta pesquisa Datafolha, espero que se forme uma nova geração de jornalistas e editores, mais comprometidos com o leitor e mais humildes em relação ao mundo. 

Não é jornalista que cria a realidade ou que faz o mundo girar, assim como não é padeiro que cria o trigo. 

O país vive um thriller político desde junho do ano passado.

Governo Dilma tem aprovação de 76% dos brasileiros.

Capelinha: Copa Aranãs FM 2014 começa no dia 30 de agosto

Aranãs e Vila Nova farão o jogo de abertura no Estádio Municipal Newton Ribeiro, em Capelinha. 

Competição será disputada por 13 equipes de 10 cidades do Alto Jequitinhonha e Vale do Mucuri.


Já está tudo definido para o início da Copa Aranãs FM de Futebol 2014. Em reunião realizada no sábado, 16 de agosto, no Plenário da Câmara Municipal de Capelinha, entre a organização da competição e representantes das equipes participantes, ficou acertado os detalhes para a realização do evento esportivo.
O jogo de abertura será uma reedição da grande final do ano passado, entre as equipes do Aranãs e Vila Nova, no dia 30 de agosto, no Estádio Municipal Newton Ribeiro. A competição será disputada por 13 equipes, dividas em quatro grupos.



Reunião na tarde de sábado, 16.08, definiu os últimos detalhes – Foto: Capelinha.net


Um dos grupos é formado somente por equipes de Capelinha, que esse ano não conta com a participação do tradicional Capivari. A equipe desistiu de participar da copa por problemas internos. Outra novidade da edição 2014 é a participação da Seleção de São Gonçalo do Rio Preto.
A Copa Aranãs FM é o maior evento esportivo da região, envolvendo várias cidades e times dos Vales do Jequitinhonha, Rio Doce e Mucuri. Em 2013, a equipe campeã foi o tradicional Aranãs de Capelinha.
Em breve a organização da Copa divulgará a tabela completa da competição. 
Confira abaixo os grupos:
GRUPO A:

- Aranãs (Capelinha)

- Vila Nova (Capelinha)
- Independente (Capelinha)
- Cometa (Capelinha)

GRUPO B:

- CFC (Carbonita)

- Seleção de São Gonçalo do Rio Preto
- Atalanta (Itamarandiba)

GRUPO C:

- Atalanta (Malacacheta)

- Seleção de Ladainha
- Seleção de Novo Cruzeiro

GRUPO D:

- Lorena (Aricanduva)

- Seleção de Angelândia
- Seleção de Minas Novas
Fonte: Capelinha.net, |Blog Regiscap1 e Rádio Aranãs FM

APOSTA DE ALMENARA/MG LEVA QUASE R$ 1 MILHÃO NA QUINA

Aposta feita em Almenara (MG) leva o prêmio do Concurso 3.562 da Quina (Foto: Divulgação)

Uma aposta feita em uma lotérica na cidade de Almenara (MG), no Vale do Jequitinhonha, acertou as cinco dezenas da Quina, e vai receber R$ 988.949,16. Segundo a Caixa Econômica Federal, outra aposta de Cosmópolis (SP), também foi beneficiada pelo prêmio, e vai levar o mesmo valor.

As dezenas sorteadas foram: 16 - 23 - 29 - 44 - 50.

O sorteio válido pelo concurso 3.562, foi realizado nesta sexta-feira (15), em Criciúma (SC). Na quadra, 75 apostas foram premiadas, e cada um levará o prêmio de R$ 6.785,00. O terno teve 6.303 acertadores, que receberão R$ 115,33 cada um.

No dia seguinte ao sorteio, a lotérica onde foi registrada a aposta ganhadora, exibia uma faixa informando sobre a premiação. "Saiu aqui o prêmio da Quina, concurso 3.562, com prêmio de quase R$ 1 milhão". Informalmente, foi dito ao Radar do Vale que, até omomento, o sortudo ainda não tinha resgatado a bolada.

Quem sonha com os milhões da loteria, mas não se anima a jogar porque tem a impressão de ser muito difícil, agora, não tem mais motivos para ficar sem apostar. Somente neste ano, Almenara já teve duas apostas ganhadoras na Quina. Relembre que, no mês de abril, um único sortudo, embolsou R$ 1.126.235,49. E agora, apenas quatro mês depois, mais uma aposta vencedora.

Como jogar

Na Quina, você aposta em 5, 6 ou 7 números, entre os 80 disponíveis. O preço da aposta mínima com 5 números é de R$ 1.

Os sorteios são realizados de segunda-feira a sábado, até às 19h, e você ganha se acertar 3, 4 ou 5 números.